conexões dezembro: Mário Bortolotto
Na sessão conexões, mensalmente um artista comenta uma obra alheia que tenha influenciado decisivamente em sua produção, explicando seu primeiro contato, as características essenciais e a repercussão alcançada por essa mesma obra.
Mário Bortolotto é ator, diretor e dramaturgo. Nasceu em 1962, em Londrina-PR e desde 1996 mora e trabalha em São Paulo, capital. Estudou em seminário e na adolescência iniciou sua carreira artística no teatro e na literatura. Participou de inúmeros festivais de teatro pelo Brasil, sempre com o Grupo Cemitério de Automóveis, do qual é fundador (em 2007 o grupo completou 25 anos de existência). Em 2000 ganhou o Prêmio APCA pelo conjunto da obra e o Prêmio Shell de melhor autor por sua peça Nossa vida não vale um Chevrolet. Em 2003, recebeu o prêmio de melhor ator no Festival Internacional de Cinema de Belo Horizonte por seu trabalho no curta-metragem Enjaulados, de Luiz Montes. Com um estilo calcado em histórias em quadrinhos, cinema, blues, rock e o universo beatnik, o escritor cria espetáculos com estilo próprio. Além de atuar, escrever e dirigir seus espetáculos, participa como vocalista e compositor das bandas “Saco de Ratos Blues” e “Tempo Instável”. Gravou o cd de blues Cachorros gostam de Bourbon com composições suas.
Leia abaixo a resposta de Mário Bortolotto:
“A coleção de gibis “Ken Parker” do Giancarlo Berardi e Ivo Milazzo me influenciou muito. Sempre fui fã de HQ, mas nunca imaginei que os quadrinhos pudessem atingir tanta sofisticação. A primeira vez que li “Ken Parker”, chapei. Me influencia até hoje. Tenho a coleção inteira e sempre gosto de reler.”



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